Nosso Objetivo é Fomentar a Segurança do Trabalho no Turismo de Aventura em Todo o País.
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Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: Bikee e o ciclo-turismo com a experiência em peda...
Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: Bikee e o ciclo-turismo com a experiência em peda...: Você compra a bike, equipa com os acessórios, pega seu capacete e... como começar? Bem, na cidade parece não ser uma sugestão, mas às vezes...
Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: SEGURANÇA SEMPRE !
Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: SEGURANÇA SEMPRE !: No inicio deste ano o CEO, e também um dos co-fundadores da TÉCNICAS EM SEGURANÇA NO TURISMO DE AVENTURA , o senhor Márcio Cardoso ,esteve p...
EQUIPAMENTO PARA INICIAR O VOO COM PARAPENTE
Na prática do parapente, todos os parapentistas devem ter o máximo de respeito pelo cumprimento de todas as normas e regras de segurança e estar o melhor preparados possível. Conheça o equipamento necessário para se iniciar no parapente e prepare-se para partir em direção à conquista dos céus.
Para que o voar do parapente nunca fique comprometido, é fundamental que cada praticante reúna todo o tipo de equipamento necessário para a prática segura destedesporto radical. Como tal, é obrigatório selecionar o material seguinte:
Velame:
O velame é um dos acessórios mais importantes no parapente, pois é ele o principal responsável pela manutenção de um pára-quedas no ar e, como tal, deve ser criteriosamente escolhido. Todos os praticantes devem adquirir um velame consoante os seus conhecimentos e experiência acerca da modalidade e, fundamentalmente, de acordo com o seu peso.
É de realçar que o velame é feito de materiais como o nylon e o poliéster que não são porosos e impermeabilizados para que o ar que entra não saia descontroladamente através do tecido, mantendo assim a pressão interna e o velame inflado. Contudo, as horas de voo realizadas, a sujidade, as longas exposições ao sol (as cores mais brilhantes são menos resistentes aos raios ultravioletas) e a humidade são aspetos que enfraquecem e desgastam a performance de um velame e um piloto não os deve ignorar.
Pára-Quedas De Reserva:
O pára-quedas de reserva é um acessório de utilização obrigatória para a máxima segurança de um piloto e de um voo. Este é um tipo de pára-quedas que é utilizado em caso de emergência, nomeadamente em caso de colisão, falha de sistema, linhas entrelaçadas e em todas as situações que conduzem à perda irreversível de altitude. O tamanho do pára-quedas de reserva varia de acordo com o peso a ser sustentado.
Arnês:
O arnês é uma das peças mais importantes na prática do parapente, pois é ele o responsável principal pelo conforto de um piloto. Uma viagem de parapente pode ser muito demorada e, como tal, é necessário que um praticante adquira um arnês que ofereça uma proteção traseira adequada (o bloco de espuma é uma das proteções mais apreciadas) ou airbag. É indispensável que um arnês ofereça uma proteção para a coluna vertebral e se oferecer proteção lateral tanto melhor. Por outro lado, deve verificar se o arnês tem bolsos de armazenamento, pois estes têm uma utilidade enorme durante um voo para guardar o rádio, equipamentos de segurança ou algo para comer ou beber.
Capacete:
O capacete é uma peça de segurança essencial a ser utilizada no parapente, uma vez que protege a cabeça de um piloto em qualquer tipo de situação. O descolar e o aterrar são, por norma, os dois momentos mais difíceis de serem realizados, dado que o piloto pode cair e embater com a cabeça em qualquer local. Dessa forma, é obrigatório utilizar o capacete de modo a estar o mais prevenido e preparado possível para qualquer tipo de acontecimento. Se bater com o capacete com força em algum sítio, deve comprar um novo para uma próxima utilização.
Altímetro:
O altímetro tem a função de indicar a altura que um parapentista se encontra em relação ao solo, mas também mostra a taxa ascendente ou descendente a que ele se desloca. A maioria dos altímetros tem apontamentos diferentes, dependendo se um praticante estiver a ganhar ou a perder altura. Este é um instrumento que também é muito utilizado na asa delta e no skysurf.
Luvas:
As luvas têm um papel preponderante na prática do parapente, uma vez que protegem as mãos dos pilotos do frio, pois, durante uma prova, a temperatura pode estar abaixo dos 0 (zero) graus centígrados. Por outro lado, possibilita que um piloto manuseie corretamente o planeio do parapente.
Faca:
A faca é um acessório essencial no equipamento necessário para iniciar o parapente. A sua utilização pode ser necessária na eventualidade de ficar preso no meio do nada e ser preciso cortar as cordas do pára-quedas. Nesse sentido, deve guardar a faca num local de fácil acesso de modo a não comprometer a segurança do voo.
Fato De Voo, As Botas E Os Óculos De Sol:
O fato de voo é outro acessório de extrema importância para ser utilizado no parapente, pois protege o corpo do parapentista das condições climatéricas adversas. Por outro lado, e para que uma viagem seja o mais confortável possível, as botas desempenham um papel exclusivo, na medida em que permitem manter os pés sempre quentes e confortáveis. Os óculos de sol são também um elemento essencial neste desporto, pois protegem a visão dos paraquedistas dos ventos fortes e dos raios ultravioletas.
Rádio E O GPS
O rádio é um acessório obrigatório num voo de parapente, principalmente se a viagem for longa ou se estiver perto do raio de ação de outras aeronaves. Muitos pilotos têm um rádio UHF para comunicar entre si e VHF para contactar os serviços de voo. Por outro lado, o GPS também assume uma enorme importância no parapente atual, pois ajuda a planear detalhadamente um voo, sem nunca perder as principais referências.
Velame:
O velame é um dos acessórios mais importantes no parapente, pois é ele o principal responsável pela manutenção de um pára-quedas no ar e, como tal, deve ser criteriosamente escolhido. Todos os praticantes devem adquirir um velame consoante os seus conhecimentos e experiência acerca da modalidade e, fundamentalmente, de acordo com o seu peso.
É de realçar que o velame é feito de materiais como o nylon e o poliéster que não são porosos e impermeabilizados para que o ar que entra não saia descontroladamente através do tecido, mantendo assim a pressão interna e o velame inflado. Contudo, as horas de voo realizadas, a sujidade, as longas exposições ao sol (as cores mais brilhantes são menos resistentes aos raios ultravioletas) e a humidade são aspetos que enfraquecem e desgastam a performance de um velame e um piloto não os deve ignorar.
Pára-Quedas De Reserva:
O pára-quedas de reserva é um acessório de utilização obrigatória para a máxima segurança de um piloto e de um voo. Este é um tipo de pára-quedas que é utilizado em caso de emergência, nomeadamente em caso de colisão, falha de sistema, linhas entrelaçadas e em todas as situações que conduzem à perda irreversível de altitude. O tamanho do pára-quedas de reserva varia de acordo com o peso a ser sustentado.
Arnês:
O arnês é uma das peças mais importantes na prática do parapente, pois é ele o responsável principal pelo conforto de um piloto. Uma viagem de parapente pode ser muito demorada e, como tal, é necessário que um praticante adquira um arnês que ofereça uma proteção traseira adequada (o bloco de espuma é uma das proteções mais apreciadas) ou airbag. É indispensável que um arnês ofereça uma proteção para a coluna vertebral e se oferecer proteção lateral tanto melhor. Por outro lado, deve verificar se o arnês tem bolsos de armazenamento, pois estes têm uma utilidade enorme durante um voo para guardar o rádio, equipamentos de segurança ou algo para comer ou beber.
Capacete:
O capacete é uma peça de segurança essencial a ser utilizada no parapente, uma vez que protege a cabeça de um piloto em qualquer tipo de situação. O descolar e o aterrar são, por norma, os dois momentos mais difíceis de serem realizados, dado que o piloto pode cair e embater com a cabeça em qualquer local. Dessa forma, é obrigatório utilizar o capacete de modo a estar o mais prevenido e preparado possível para qualquer tipo de acontecimento. Se bater com o capacete com força em algum sítio, deve comprar um novo para uma próxima utilização.
Altímetro:
O altímetro tem a função de indicar a altura que um parapentista se encontra em relação ao solo, mas também mostra a taxa ascendente ou descendente a que ele se desloca. A maioria dos altímetros tem apontamentos diferentes, dependendo se um praticante estiver a ganhar ou a perder altura. Este é um instrumento que também é muito utilizado na asa delta e no skysurf.
Luvas:
As luvas têm um papel preponderante na prática do parapente, uma vez que protegem as mãos dos pilotos do frio, pois, durante uma prova, a temperatura pode estar abaixo dos 0 (zero) graus centígrados. Por outro lado, possibilita que um piloto manuseie corretamente o planeio do parapente.
Faca:
A faca é um acessório essencial no equipamento necessário para iniciar o parapente. A sua utilização pode ser necessária na eventualidade de ficar preso no meio do nada e ser preciso cortar as cordas do pára-quedas. Nesse sentido, deve guardar a faca num local de fácil acesso de modo a não comprometer a segurança do voo.
Fato De Voo, As Botas E Os Óculos De Sol:
O fato de voo é outro acessório de extrema importância para ser utilizado no parapente, pois protege o corpo do parapentista das condições climatéricas adversas. Por outro lado, e para que uma viagem seja o mais confortável possível, as botas desempenham um papel exclusivo, na medida em que permitem manter os pés sempre quentes e confortáveis. Os óculos de sol são também um elemento essencial neste desporto, pois protegem a visão dos paraquedistas dos ventos fortes e dos raios ultravioletas.
Rádio E O GPS
O rádio é um acessório obrigatório num voo de parapente, principalmente se a viagem for longa ou se estiver perto do raio de ação de outras aeronaves. Muitos pilotos têm um rádio UHF para comunicar entre si e VHF para contactar os serviços de voo. Por outro lado, o GPS também assume uma enorme importância no parapente atual, pois ajuda a planear detalhadamente um voo, sem nunca perder as principais referências.
Maiores Informações :https://www.facebook.com/tstapage
SEGURANÇA SEMPRE !
No inicio deste ano o CEO, e também um dos co-fundadores da TÉCNICAS EM SEGURANÇA NO TURISMO DE AVENTURA , o senhor Márcio Cardoso ,esteve palestrando para mais de 2.500 pessoas entre elas representantes de entidades públicas e privadas, empresários , trabalhadores, sindicalistas e estudantes .
O assunto colocado em pauta foi segurança no turismo de aventura, setor que vem recebendo criticas pela falta de normatização legal ,entre os ilustres convidados estava presente o excelentíssimo senhor Ministro João Orestes Dalazen, presidente do Tribunal Superior do Trabalho e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.
Evento realizado no centro de convenções Pantanal, Corumbá/MS.
O assunto colocado em pauta foi segurança no turismo de aventura, setor que vem recebendo criticas pela falta de normatização legal ,entre os ilustres convidados estava presente o excelentíssimo senhor Ministro João Orestes Dalazen, presidente do Tribunal Superior do Trabalho e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.
Evento realizado no centro de convenções Pantanal, Corumbá/MS.
Bikee e o ciclo-turismo com a experiência em pedalar
Você
compra a bike, equipa com os acessórios, pega seu capacete e... como começar?
Bem, na cidade parece não ser uma sugestão, mas às vezes é o melhor caminho
para quem ainda não tem amigos que curtam o ciclismo de montanha ou estrada.
A Tsta pensando justamente neste aspecto reuniu seu pessoal e foi a campo fazer a comprovação e constatou que na cidade de São Paulo, há pelo menos cinco grupos que se reúnem uma vez por semana para pedalar. Mas antes de sair pedalando, é importante checar se o ciclista está em condições e se a bike também está em cima. Ou seja, check-up nos dois. A manutenção simples do equipamento inclui freios, câmbio, correntes e pneus. Já a manutenção do ciclista...
Bem, temos esporte e esportes. O ciclismo - e principalmente o mountain biking - é uma atividade esportiva que precisa de uma certa prática e dedicação do interessado. São mínimas as chances de uma pessoa gostar de ciclo-turismo se não tiver experiência em pedalar. Vai sofrer no pedal, achar que é muito difícil, que exige de atividade física. Mas não é isso; é que os músculos e capacidade aeróbica têm de estar um pouco em dia.
Uma dica da nossa Nutricionista especializada em alimentação esportiva (Márcia Gomes) é de que a alimentação seja leve, de preferência com alimentos energéticos como barras de cereais, frutas, e fáceis de levar na mochila, numa pochete ou nos bolsos da roupa. E muito líquido na caramanhola ou no hydrabak.
Lembre-se que muitas trilhas podem ter desaparecido por causa da vegetação e, portanto, o seu senso de orientação deve estar apurado. Se houver planilha, estude-a antes de iniciar um percurso. Na dúvida, peça informações a moradores locais.
Por fim, lembre-se de não sujar a trilha. Coloque na lista de itens indispensáveis o saco de lixo. Todo mountain biker convive com a natureza e, por isso mesmo, tem responsabilidade sobre ela.
Kit básico
Capacete, sapatilhas de segurança, luvas de segurança, colete refletivo, óculos de segurança, protetor solar, câmara de ar reserva, bomba de ar, espátulas e canivete com chaves Allen.
Grupos urbanos
É ideal para começar a pedalar por vários motivos: segurança para pedalar na cidade (tanto em assaltos quanto em possíveis atritos bicicletas-veículos), conhecer pessoas que gostam de pedalar, formar grupos para sair de final de semana. Enfim, uma boa oportunidade de fazer do esporte um meio social.
Na maioria desses grupos, o passeio é noturno. Pode parecer perigoso, mas veja: o trânsito é menor, as pessoas já voltaram do trabalho e da escola, e depois pode até rolar uma pizza ou pastel, dependendo do grupo que se pedala.
Nos grupos, o ciclista a pedalar corretamente pela cidade, como deve se comportar no trânsito (é sério!) e começa a entender mais de bicicletas e sua manutenção. O essencial nesses passeios é o uso dos EPI’s necessários. O passeio só não acontece quando chove.
Para começar, é bom que o biker junte seu pessoal e comece por trilhas leves, de no máximo 20 quilômetros, com pouco desnível. Há ótimos guias de trilhas à venda nas melhores lojas de ciclismo. Em sites também é possível encontrar muitas dicas.
Há ainda os guias profissionais, como os da Tsta, em São Paulo e em todo o Brasil basta entrar em contato que iremos certificar e qualificar o profissional.
Viaje! Conheça sua cidade, O Estado vizinho, o Brasil, o Mundo, através do ciclismo. Nada mais gostoso que aliar o turismo em ciclismo convencional ou mountain biking com pessoas diferentes. Muitos grupos de amigos são formados assim, numa simples viagem. E muitos casamentos também... Saiba mais sobre cicloturismo entre em contato com a Tsta. Uma maneira diferente de viajar, de curtir a liberdade e praticar exercícios o tempo todo. Um olhar diferente sobre as montanhas, praias, rios e estradas de fazenda percorridas por um pequeno grupo que viaje sobre duas rodas. Ou mesmo um casal apaixonado que queira descobrir pedalando as belezas do sul da Bahia ou da serra gaúcha. Cicloturismo é isso, preparar um roteiro, pegar uma bicicleta, equipá-la com um bagageiro traseiro, sobrepor os alforjes e pronto. Nada mais simples. Ou mais minucioso.
O cuidado com o roteiro, porém, é o principal. Ao lado da boa manutenção e do conhecimento dos componentes da bike, o trio é a segurança de que os bikers precisam para não vivenciaram situações como se perder na viagem, não saber trocar um pneu ou não conseguir fechar a corrente arrebentada. Os destinos no Brasil são inúmeros e no Exterior, mais ainda. Os roteiros podem ser descobertos por grupos mais aventureiros ou mais comerciais, ou seja, que são feitos com a assistência de guias especializados em cicloturismo.
O turismo de bicicleta não é necessariamente feito através do mountain biking, apesar de que no Brasil os roteiros junto à natureza e longe das cidades são os mais procurados. Um pouco pela falta de segurança das grandes cidades e da falta de respeito dos motoristas de outros veículos. E também pela curiosidade que o brasileiro tem pela sua terra, pela sua pouca mata ainda preservada, pela busca da liberdade. O importante é conhecer um lugar, uma cultura com sua comida, festas e comunidade típicas.
Há belas travessias de serra a serem percorridas: Cunha a Parati (SP-RJ); São José do Barreiro a Angra dos Reis (serra da Bocaina); os pampas gaúchos, serras da Canastra (MG), Diamantina (BA), da Mantiqueira (MG-SP-RJ), Lençóis Maranhenses (MA), vales do Paraíba e do Ribeira (SP), do Itajaí (SC) e Interior de São Paulo (Brotas), Minas Gerais e Rio de Janeiro.
No Exterior, os bikers também escolhem destinos parecidos com os de trekking, como o caminho de Santiago de Compostela (França-Espanha); as Montanhas Rochosas (Canadá); Califórnia (EUA), Tibete (China), Ilha de Páscoa (Chile), Patagônia (Argentina), Austrália e Nova Zelândia. Ou roteiros urbanos, como as vilas francesas e italianas, Luxemburgo e Bélgica.
São lugares conhecido por suas belezas naturais, além das dificuldades de acesso. Para o praticante de mountain biking, as dificuldades fazem parte da emoção que encontram durante a atividade, mas as paisagens também são igualmente indispensáveis.
Single track - trilha fechada, por onde passa somente uma bicicleta
Caramanhola - garrafinha de beber água
Bar end - prolongamento do guidão da bike, em formato de chifre, para facilitar nas subidas
Canote - peça tubular que sustenta o selim, o banco da bicicleta
Magiver - chave com múltiplas funções
Manetes - Alavancas de acionamento dos freios
Movimento central - Conjunto de pedais da bicicleta que compreende todo o seu mecanismo
Pedivela - peça que prende o pedal à coroa
Pedal clip - Pedal especial que permite o encaixe da sapatilha
Pedaleira ou firma pé - Tira para prender o pé nos pedais simples
Rapid fire - sistema de passador de marchas com os dedos
Para maiores informações contate-nos no E-mail: tstapage@gmail.com
Trekking uma aventura levada a serio.
Em uma caminhada longa, muitas vezes solitária, em ambientes isolados e
de difícil acesso, são necessários alguns equipamentos para facilitar a
locomoção, alimentação, descanso e aproveitamento da viagem. Um trekker bem
equipado, mesmo no trekking de um dia, é sinônimo de segurança e aventura com
final feliz, mantendo o chamado risco sob controle.
Veja sua necessidade de acordo com seu roteiro. Embora o trekking não dependa
de equipamentos sofisticados, alguns itens ajudam o andarilho a manter-se mais
feliz consigo mesmo e com seu grupo.
Mochilas não deve ser muito grande, que dificulte a caminhada, nem muito
pequena, que obrigue o trekker a pendurar suas coisas no lado de fora,
enganchando em todos os galhos do caminho. Para um trekking de alguns dias, uma
mochila de 55 litros é um bom tamanho. O equipamento deve ser acondicionado em
camadas, colocando o material mais leve e volumoso embaixo e o mais pesado
margeando as costas do carregador.
Há tamanhos e modelos a escolher. Fabricantes nacionais e importados chegam com
facilidade ao conhecimento do consumidor, que tem de avaliar qual volume que
deseja, recortes adequados (bolsos externos, fitas para prender, espaço para
capacete, roupa molhada, enfim) e armações.
Acondicione tudo em sacos plásticos, para não molhar. Uma capa que protege a
mochila é uma opção e existe modelos que vem com esta embutida.
Bastão de Caminhada (stake)
O bastão de trekking - telescópicos - é um ótimo recurso e utilizado
principalmente nas descidas, quando boa parte do peso do corpo - e da mochila -
recai sobre os tornozelos e joelhos. Pode ser feito de um tronco fino e firme
caído no chão, em meio à trilha, ou comprado em lojas especializadas. É
especialmente recomendável nas seguintes situações:
Trekkers com idade avançada;
Corpo com excesso de peso;
Trekkers com problemas nas juntas ou na espinha;
Quando se está carregando mochilas muito pesadas;
Quando caminhando em encostas nevadas ou úmidas;
Em caminhadas com pouca visibilidade.
Atenção: O bastão não deve ser utilizado indistintamente, fazendo disto uma regra,
especialmente por crianças e jovens, pois o uso contínuo do bastão de trekking
faz a pessoa diminuir suas habilidades de coordenação motora.
Cantis ou Hidrabaks
Levar água na mochila é sempre recomendável, mesmo que haja informação segura
de que há mais água no caminho. Mas, onde? Pode ser em caramanholas, mas cantis
e hydrapaks são mais indicados para acondicionar junto ao resto do equipamento
e, principalmente, manter a temperatura por algum tempo. O Camelbak é o mais
conhecido, uma mochilinha que guarda um saco de plástico especial, que não
deixa gosto na água e mantém a temperatura por até quatro horas.
Para tornar a água coletada de rios potável, você pode usar comprimidos de
cloro, comprados em farmácias, ou em gotas, o Hidroesteril. Se não encontrar,
pode utilizar o hipoclorito de sódio (em desinfetantes e kiboa), com duas gotas
para cada litro d’água.
Lanternas e opções
A lanterna comum, de pilhas grandes e com reservas é sempre uma boa pedida. Barata e simples de encontrar é ideal. Mas a tecnologia e o homem moderno invetaram uma alternativa bem melhor, as lanternas de cabeça...
As headlamps, com uma ou duas lâmpadas e pilhas de reserva, estão sendo usadas cada vez mais pelos aventureiros. Há muitas marcas e modelos, e com certeza os da Petzl são os mais utilizados e facilmente encontrados, pois unem resistência à confiabilidade. Pode ser de um foco ou dois, dependo do modo de utilização e da quantidade de horas necessária.
A luz química - bastões que são quebrados e usados só vez - iluminam muito pouco por 10 horas. Servem para localização da barraca ou de um bivaque, ou mesmo para serem amarradas na mochila no caso de um trekking noturno.
Já os lampiões a gás seriam excelentes pela economia e boa luminosidade, se não fossem tão pesados para serem carregados na mohila e exigirem muito cuidado em seu transporte e operação.
As lanternas a carbureto, presa à cabeça e com luz intensa., são muito utilizadas em cavernas, pois não há necessidade do foco.
Trekking independente
Se você viaja sozinho, você é o chefe: organiza a expedição, planeja a rota, escolhe o equipamento, compra as provisões, estuda o clima. Além disto, a viagem é mais econômica e flexível em datas e caminhadas fora do roteiro pré-determinado. Se você gosta da sua companhia, tem um ótimo preparo físico e não se importa em carregar uma mochila abarrotada de equipamentos de cozinha, esta é a melhor forma de viajar.
Trekking organizado
Esta modalidade é indicada para quem está iniciando na prática deste esporte ou deseja se aventurar em alguma região de difícil acesso, dividindo com os colegas as despesas com a infraestrutura necessária, como a contratação de carregadores, guias e a compra das provisões em grande quantidade. Neste caso, é necessário obter o máximo possível de informações sobre a empresa que está organizando a expedição e checar detalhadamente quais os serviços incluídos no preço anteriormente estabelecido.
Trekking assistido
É um estágio intermediário entre os dois anteriores. Nesse caso, você mesmo, ao chegar no local a ser visitado, escolherá e contratará os carregadores, guias, comprará os mantimentos e demais equipamentos coletivos. Este tipo de viagem possibilita uma maior interação com os nativos, além de contribuir para a economia local. Por outro lado, você necessitará de mais tempo para organizar a viagem, negociar com os moradores locais e barganhar preços. Some-se a isto o fato de que toda a equipe estará sob sua responsabilidade.
Trekking de competição
Também chamado de enduro a pé, é uma modalidade recente no Brasil. Semelhante ao enduro de carros de regularidade, equipes de três a seis pessoas navegam em cima de uma planilha com referências (iguais no enduro) e velocidades médias pré determinadas. Assim, os integrantes percorrem uma distância que varia de 6 a 15 quilômetros, andando por estradas de terra, trilhas abertas, em mata fechada, atravessando riachos, nadando poucos trechos em rios. Eles têm de navegar e calcular o tempo regular para não passaram pelos Postos de Controle atrasados (perde 1 ponto) nem adiantados (perde 2 pontos). Ganha a equipe que perder menos. Esses campeonatos acontecem em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília, Santa Catarina, Espírito Santo e Ceará.
Se você viaja sozinho, você é o chefe: organiza a expedição, planeja a rota, escolhe o equipamento, compra as provisões, estuda o clima. Além disto, a viagem é mais econômica e flexível em datas e caminhadas fora do roteiro pré-determinado. Se você gosta da sua companhia, tem um ótimo preparo físico e não se importa em carregar uma mochila abarrotada de equipamentos de cozinha, esta é a melhor forma de viajar.
Trekking organizado
Esta modalidade é indicada para quem está iniciando na prática deste esporte ou deseja se aventurar em alguma região de difícil acesso, dividindo com os colegas as despesas com a infraestrutura necessária, como a contratação de carregadores, guias e a compra das provisões em grande quantidade. Neste caso, é necessário obter o máximo possível de informações sobre a empresa que está organizando a expedição e checar detalhadamente quais os serviços incluídos no preço anteriormente estabelecido.
Trekking assistido
É um estágio intermediário entre os dois anteriores. Nesse caso, você mesmo, ao chegar no local a ser visitado, escolherá e contratará os carregadores, guias, comprará os mantimentos e demais equipamentos coletivos. Este tipo de viagem possibilita uma maior interação com os nativos, além de contribuir para a economia local. Por outro lado, você necessitará de mais tempo para organizar a viagem, negociar com os moradores locais e barganhar preços. Some-se a isto o fato de que toda a equipe estará sob sua responsabilidade.
Trekking de competição
Também chamado de enduro a pé, é uma modalidade recente no Brasil. Semelhante ao enduro de carros de regularidade, equipes de três a seis pessoas navegam em cima de uma planilha com referências (iguais no enduro) e velocidades médias pré determinadas. Assim, os integrantes percorrem uma distância que varia de 6 a 15 quilômetros, andando por estradas de terra, trilhas abertas, em mata fechada, atravessando riachos, nadando poucos trechos em rios. Eles têm de navegar e calcular o tempo regular para não passaram pelos Postos de Controle atrasados (perde 1 ponto) nem adiantados (perde 2 pontos). Ganha a equipe que perder menos. Esses campeonatos acontecem em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília, Santa Catarina, Espírito Santo e Ceará.
Estas são as normas da Tsta, Para a atividade de
Trekking , são um bom indicador da ética que os trekkers devem manter
nas montanhas:
Proteja o ambiente natural;
Deixe o local tão limpo quanto você o encontrou;
Evite o desmatamento - não faça fogo em lugares abertos;
Queime o lixo em locais seguros;
Mantenha a água local limpa e evite usar poluentes;
As plantas devem ser deixadas florescerem em seu ambiente natural;
Auxilie seus guias e carregadores a seguirem as regras de preservação;
Respeite, proteja e mantenha as tradições, a cultura e o orgulho local;
Quando tirar fotos respeite a privacidade;
Respeite lugares sagrados;
Evite doar dinheiro às crianças, pois isto encoraja a mendicância;
Respeite a etiqueta local.
Evite o desmatamento - não faça fogo em lugares abertos;
Queime o lixo em locais seguros;
Mantenha a água local limpa e evite usar poluentes;
As plantas devem ser deixadas florescerem em seu ambiente natural;
Auxilie seus guias e carregadores a seguirem as regras de preservação;
Respeite, proteja e mantenha as tradições, a cultura e o orgulho local;
Quando tirar fotos respeite a privacidade;
Respeite lugares sagrados;
Evite doar dinheiro às crianças, pois isto encoraja a mendicância;
Respeite a etiqueta local.
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Cavernas entenda tudo sobre este esporte
Espeleologia, ou Caving, é uma mistura entre ciência e esporte de ação. A
atividade une a exploração de cavernas, sua pesquisa, documentação e
conservação, com as técnicas usadas para seu estudo - mergulho e rapel, entre
outros.
A diferença entre Espeleologia e Caving é que o primeiro é mais voltado para a área científica, em que inúmeros profissionais (biólogos, geólogos, engenheiros, químicos etc) desenvolvem pesquisas e aprofundam seus estudos. Já o segundo está mais direcionado para a área técnico-esportiva, sendo uma mutação da área científica e buscando prospecção e exploração de cavernas através de documentação, fotografia e logística.
A diferença entre Espeleologia e Caving é que o primeiro é mais voltado para a área científica, em que inúmeros profissionais (biólogos, geólogos, engenheiros, químicos etc) desenvolvem pesquisas e aprofundam seus estudos. Já o segundo está mais direcionado para a área técnico-esportiva, sendo uma mutação da área científica e buscando prospecção e exploração de cavernas através de documentação, fotografia e logística.
Em qualquer um dos casos, os praticantes dessa atividade devem estar dispostos a transpor difíceis obstáculos no escuro, realizar subidas e descidas através de cordas, atravessar pequenos - ou grandes - lagos, e se encontrar com o desconhecido (nunca se sabe exatamente o que aguarda no interior de uma caverna). Mas o ponto principal é ter consciência ecológica e querer conhecer mais sobre a formação e o desenvolvimento das cavernas, assim como sua delicada e exuberante fauna e flora.
O termo espeleologia deriva do grego “spelaion” (caverna) e “logos” (estudo). Assim, espeleologia é o estudo das cavernas, e envolve áreas como geologia, geografia, arqueologia, biologia e antropologia. Porém, para realizar esse estudo é preciso explorar a caverna utilizando técnicas como rapel e mergulho - ambos conhecidos esportes de aventura. Por isso a atividade atrai não só cientistas, mas também aventureiros em busca do desconhecido.
O Brasil possui um excelente campo para a Espeleologia: são mais de 2.500 cavernas cadastradas. Pode parecer muito, mas esse número representa pouco mais de 5% de todas as cavernas brasileiras (95% ainda esperam ser descobertas e documentadas).
Além de possuir inúmeras cavernas, o país também possui uma espeleologia bastante organizada, com mais de 1.200 sócios na Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE). Além disso, o Ibama criou um departamento que cuida exclusivamente dos assuntos espeleológicos, o CECAV, que vem trabalhando conjuntamente com a SBE.
A história da Espeleologia remonta a origem do homem, que em tempos pré-históricos usavam-nas como abrigo. Os achados mais antigos da presença do homem nas cavernas datam de 450 mil anos atrás. Entre 350.000 a.C. e 10.000 a.C.surgem as primeiras pinturas rupestres, ilustrando principalmente cenas domésticas e de caça. Com o final das eras glaciais, o homem acaba deixando as cavernas para se instalar nos campos. Nesta época as cavernas passam a ser usadas como armazéns, lugares de culto ou túmulos.
Na Idade Média as cavernas passam a ser consideradas abrigo do demônio e lugares malditos. Essa visão só muda a partir da segunda metade do século XIX, quando as cavidades naturais voltam a ser alvo de visitas e explorações – o que é aumentado devido à busca do salitre para a fabricação de pólvora.
Somente no início do século XX o homem passou a tratar a exploração das cavernas como uma ciência. O primeiro a encarar a caverna como um objeto científico foi o francês E. A Martel, conhecido mais tarde como o "pai da espeleologia". Seus trabalhos sobre as cavernas abriram um novo caminho para os pesquisadores e aventureiros do passado.
No Brasil, as pesquisas do naturalista dinamarquês Peter Wilhelm Lund abriram as portas da espeleologia em 1835, com a exploração das cavernas na região de Lagoa Santa e Curvelo. Apesar de seus trabalhos serem voltados para a paleontologia, suas descrições e mapas permitiram atribuir um caráter espeleológico às suas atividades.
Nos últimos 30 anos, a Espeleologia se transformou numa atividade de grupo e começou a atrair jovens desbravadores e aventureiros. Mas a atividade ainda enfatiza a ciência e a ecologia.
Equipamentos de Segurança EPI's
Cabo solteiro para auto-segurança: corda dinâmica de
3,5m - 9,5mm; utilizada para segurança durante escaladas.
Calçado: botas
de neoprene com solado reforçado ou botas resistentes a água, que não só
protegem das pedras e da umidade, mas também evitam escorregões e deslizes,
facilitando o deslocamento dentro da caverna.
Capacete: equipamento
de uso obrigatório, sua função básica é proteger de pedras soltas que podem
cair acidentalmente na cabeça do escalador.
Carbureteira: recipiente
que produz o acetileno a partir de pedras de carbureto em reação com a água
controlada, utilizada para iluminação.
Cinto, cadeirinha e
peitoral: serve basicamente para sustentar o atleta durante a escalada.
Corda do tipo
estática: pode servir como sustentação em escaladas.
Fitas: tiras de
material sintético unidas de modo a formar um anel, de grande resistência. As
fitas são cortadas em diferentes tamanhos, de acordo com sua finalidade, e
podem ser usadas para segurança, fixação e ancoragem.
Freios: peças
metálicas de diferentes tipos (oito, magnone, ATC, stop), com a função de
controlar a descida do escalador na corda, ao final de uma escalada utilizando
técnicas verticais.
Kit de grampeação: martelo,
batedor, plaquetas, spits de 8mm. Usado para fixar os grampos e possibilitas a
escalada.
Lanterna à prova
d'água: para iluminar o caminho, já que o ambiente das cavernas é escuro e
úmido.
Luvas de neoprene: para
proteger as mãos durante o deslocamento.
Mochila estanque ou
vazada: para carregar o equipamento.
Mosquetão: peça
metálica em formato de elo com uma parte móvel (lingüeta) que se fecha com a
ação de uma mola interna. São fabricados em vários formatos, cada um com uma
aplicação específica.
Roupa de neoprene ou
macacão: além de ajudar na mobilidade, protege do atrito com as pedras e
também do frio de algumas cavernas.
Outros acessórios indispensáveis para a prática: roldanas, proteções de corda, cordeletes 6mm, malhas rápidas P15, head lamp, manta de sobrevivência, kit de primeiros socorros, apito FOX 40; canivete e proteção para mapas.
Onde praticar
O Brasil abriga algumas das maiores e mais belas cavernas conhecidas em todo o mundo, com mais de 2.500 cadastradas pela SBE. Um dos locais mais procurados para a prática do Caving é o PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira) em São Paulo, com mais de 300 cavernas. Bonito, no Mato Grosso do Sul, além de Gruta do Tamboril em Unaí (MG), Poço Encantado em Lençóis (BA), Chapada Diamantina (BA) são excelentes escolhas. Fora esses locais, todos os estados brasileiros possuem interessantes cavernas que permitem a exploração.
Escolas
Cavernas são ambientes delicados e muito perigosos. Não se deve se aventurar por elas sem a companhia de um guia experiente e sem equipamentos de segurança e de iluminação adequados. A melhor maneira de começar é procurando um grupo de espeleologia e aprender com os mais experientes. A Tsta (Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura) e algumas sociedades de espeleologia, assim como algumas universidades brasileiras, oferecem cursos e palestras sobre a atividade.
Outros acessórios indispensáveis para a prática: roldanas, proteções de corda, cordeletes 6mm, malhas rápidas P15, head lamp, manta de sobrevivência, kit de primeiros socorros, apito FOX 40; canivete e proteção para mapas.
Onde praticar
O Brasil abriga algumas das maiores e mais belas cavernas conhecidas em todo o mundo, com mais de 2.500 cadastradas pela SBE. Um dos locais mais procurados para a prática do Caving é o PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira) em São Paulo, com mais de 300 cavernas. Bonito, no Mato Grosso do Sul, além de Gruta do Tamboril em Unaí (MG), Poço Encantado em Lençóis (BA), Chapada Diamantina (BA) são excelentes escolhas. Fora esses locais, todos os estados brasileiros possuem interessantes cavernas que permitem a exploração.
Escolas
Cavernas são ambientes delicados e muito perigosos. Não se deve se aventurar por elas sem a companhia de um guia experiente e sem equipamentos de segurança e de iluminação adequados. A melhor maneira de começar é procurando um grupo de espeleologia e aprender com os mais experientes. A Tsta (Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura) e algumas sociedades de espeleologia, assim como algumas universidades brasileiras, oferecem cursos e palestras sobre a atividade.
Ente em contato com a
TSTA para maiores informações!
Ps ! Se você é um (a) apaixonado por esportes radicais indique nossa fanpage para seus (as) amigos (as) e se gostou deste conteúdo compartilhe curtam nossa pagina fique por dentro de todos os procedimentos de segurança no que diz respeito ao esporte radical e o turismo de aventura , curta compartilhe com seus amigos e amigas !
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A CAÇA E A PESCA SUBMARINA
O Brasil é um pais rico em fauna e flora subaquática e a
Tsta (Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura) quer que, ao ir praticar
algum esporte, verifique as normas de segurança estabelecidas para tal
atividade que você ira desfrutar para tanto basta seguir estas e fazer estabelecer
normas gerais para o exercício da pesca amadora ou esportiva em todo território
nacional. Entende-se por pesca amadora e/ou esportiva a atividade de pesca
praticada por brasileiro ou
estrangeiro, com os equipamentos ou petrechos previstos nesta Instrução
Normativa, tendo por finalidade o lazer ou esporte.
A Pesca amadora ou esportiva é considerada atividade de
natureza não comercial, no que se refere ao produto de sua captura, sendo
vedada a comercialização do recurso pesqueiro capturado.
O produto da pesca amadora pode ser utilizado com fins de consumo próprio,
ornamentação, obtenção de iscas vivas ou pesque e solte, respeitados os limites
estabelecidos para a atividade.
As atividades relacionadas à
pesca amadora ou esportiva podem ter finalidade econômica, excetuando-se a
comercialização do produto obtido por meio da pesca.
A organização formal do esporte da pesca obedecerá ao
disposto na Lei nº 9.615 de 24 de março de 1998 e demais normas pertinentes.
Entende-se por pescador amador a pessoa física,
brasileira ou estrangeira que, licenciada pela autoridade competente, pratica a
pesca sem fins econômicos.
Pescador amador embarcado é aquele que faz uso de
embarcação de esporte e/ou recreio para suporte à pesca.
Pescador amador desembarcado é aquele que não faz uso de
embarcação para suporte à pesca.
Entende-se como competição de pesca amadora ou esportiva
toda atividade praticada segundo normas gerais da Lei nº 9.615, de 24 de março
de 1998, e regras de prática desportiva, devidamente autorizada pelo MPA.
As competições de pesca amadora somente poderão ser
organizadas por pessoas jurídicas. Os petrechos de pesca permitidos ao pescador
amador são: linha de mão; caniço simples; caniço com molinete ou carretilha; espingarda
de mergulho ou abale-te com qualquer tipo de propulsão e qualquer tipo de seta;
bomba de sucção manual para captura de iscas; ou puçá-de-siri.
Fica permitido o uso de equipamentos de suporte ao
pescador para contenção do peixe, tais como bicheiro, puçá, alicates e
similares, desde que não sejam utilizados para pescar.
Fica permitido o uso de puçás ou peneiras de no máximo 50
centímetros em sua região mais larga para a captura de espécies com finalidade
ornamental ou de aquariofilia.
É vedado o uso de aparelhos de respiração artificial pelo
pescador amador durante a pesca.
As embarcações que apoiam a pesca ou competições de pesca
amadora não poderão portar qualquer tipo de aparelho de ar comprimido ou outros
que permitam a respiração artificial subaquática, exceto quando exigido pela
autoridade marítima.
O limite de captura e transporte de espécies com
finalidade de consumo próprio por pescador amador é de 10 kg (dez quilos) mais
01(um) exemplar para pesca em águas continentais e estuarinas, e 15 kg (quinze
quilos) mais 01(um) exemplar para pesca em águas marinhas, observando-se as
demais normas que estabelecem tamanhos mínimos de captura e listas de espécies
proibidas.
Parágrafo único. Limites de captura e transporte mais
restritivos do que os estabelecidos no caput deste artigo poderão ser definidos
pelas autoridades competentes em normas específicas.
O limite de captura e transporte de espécies com
finalidade ornamental e de aquariofilia por pescador amador é de 10 indivíduos
para peixes de águas continentais e 5 indivíduos por pescador, para peixes de
águas marinhas, observando-se as espécies permitidas e restrições definidas em
normas específicas.
Fica proibida a utilização de espécies aquáticas de uso
permitido para fins ornamentais e de aquariofilia como isca, conforme
estabelecem as normas específicas de exportação para tais fins.
Fica proibido ao pescador amador armazenar ou transportar
pescado em condições que dificultem ou impeçam sua inspeção e fiscalização,
tais como na forma de postas, filés ou sem cabeça.
Fica proibido o transporte de exemplares vivos de peixes
capturados pela pesca amadora, excetuando-se aqueles com finalidade ornamental para
aquariofilia ou para uso como isca viva.
Parágrafo único. Nos casos das competições de pesca
amadora em que se pratica o pesque e solte, não se aplica a proibição de que
trata o caput para o transporte de peixes vivos entre o local de captura e o
local de aferição.
O pescador profissional, quando participar ou prestar
serviços à pesca amadora, deverá respeitar as normas vigentes para o exercício
dessa.
Deverão ser respeitadas ainda as outras normas que
regulamentam a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Atividade
Pesqueira, que disponham sobre: os regimes de acesso; a captura total
permissível; o esforço de pesca sustentável; os períodos de defeso; as
temporadas de pesca; os tamanhos de captura; as áreas interditadas ou de
reservas; as artes, os aparelhos, os métodos e os sistemas de pesca e cultivo;
a capacidade de suporte dos ambientes; as necessárias ações de monitoramento,
controle e fiscalização da atividade; ou
a proteção de indivíduos em processo de reprodução ou recomposição de estoques.
O ordenamento pesqueiro com foco na pesca amadora deverá
considerar as informações referentes ao tamanho máximo de captura das espécies
e ao pesque e solte, priorizando as pesquisas que permitam estabelecer os
tamanhos máximos de captura das principais espécies capturadas pela pesca
amadora ou esportiva.
Nas competições de pesca amadora destinadas à captura de
atuns e afins é obrigatória a apresentação ao Ministério da Pesca e
Aquicultura, de mapa de bordo de todas as embarcações participantes do evento,
conforme modelo contido no Anexo I desta Instrução Normativa Interministerial,
no prazo máximo de 30 (trinta) dias após o encerramento.
Parágrafo único. O preenchimento e entrega do mapa de
bordo é de responsabilidade do comandante da embarcação participante e do
organizador ou responsável pela competição.
Para fins de inscrição no Cadastro Técnico Federal - CTF
e de fornecimento de subsídios ao ordenamento do uso sustentável dos recursos
pesqueiros, o Ministérios da Pesca e Aquicultura repassará ao Ministério do
Meio Ambiente as informações do Registro Geral da Atividade Pesqueira - RGP
referentes às categorias de pescador amador, organizador de competições de
pesca amadora e embarcação de esporte e recreio utilizada na pesca amadora,
assim como as informações do relatório técnico e dos mapas de bordo previstas
no artigo 12 dessa Instrução Normativa Interministerial.
O pescador amador em atividade de pesca ou transportando
o produto da pescaria deve portar documento de identificação pessoal e a
licença de pesca amadora, excetuando-se os casos de dispensa previstos em Lei,
sem prejuízo das normas estabelecidas por Estados e Distrito Federal.
Para maiores informações contate-nos
Email: tstapage@gmail.com
Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: MERG...
Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: MERG...: Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: MERGULHO EM CAVERNAS CERTIFIQUE-SE : As cavernas alagadas ou parcialmente inundadas no territ...
Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: Balonismo um esporte que cresce a cada dia no Bras...
Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: Balonismo um esporte que cresce a cada dia no Bras...: O balonismo é um esporte aéreo praticado com um balão de ar quente. Possui adeptos em todo o mundo, no Brasil, o esporte vem se tornando pop...
Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: MERGULHO EM CAVERNAS CERTIFIQUE-SE
Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: MERGULHO EM CAVERNAS CERTIFIQUE-SE: As cavernas alagadas ou parcialmente inundadas no território nacional estão destinadas exclusivamente à pesquisa científica, cultural-turís...
MERGULHO EM CAVERNAS CERTIFIQUE-SE
As cavernas alagadas ou
parcialmente inundadas no território nacional estão destinadas exclusivamente à
pesquisa científica, cultural-turística, técnico-exploratória desde que com
projetos licenciados, devidamente autorizada pelo IBAMA/CECAV.
O mergulho turístico com
finalidade de exploração econômica nas cavidades naturais subterrâneas alagadas
ou parcialmente inundadas no território nacional, somente será praticado por
mergulhadores especializados e sob supervisão direta de um Condutor
Especializado realizado nos limites estabelecidos para o mergulho de turismo conforme
definido no Plano de Manejo Espeleológico da caverna-alvo, fruto da concessão
realizada pelo IBAMA/CECAV por efeito do Convênio IBAMA e SPU - Secretaria do
Patrimônio da União no. 22/00 de 27.12.00.
O CECAV fornecerá o Termo de
Referência para elaboração do Plano de Manejo Espeleológico, visando definir as
categorias e modalidades de uso em cada ambiente espeleológico requerido.
O roteiro do Mergulho Turístico
Guiado deverá seguir rigorosamente o Cabo Guia Permanente instalado sob supervisão
da SES e da.
Os mergulhos turísticos não
deverão exceder os limites de treinamento dos participantes, inclusive do
Condutor.
O Plano de Manejo Espeleológico
deverá estabelecer uma Área de Visitação no Zoneamento Ambiental Espeleológico
da caverna-alvo, levando em conta suas características de topografia,
fragilidade e complexidade.
Mesmo havendo indicação de
mergulho profundo, o Zoneamento Ambiental Espeleológico da caverna-alvo, nunca
deverá exceder a profundidade máxima de 40 metros.
Todos mergulhos, não importando
qual seja a finalidade, deverão ser devidamente registrados no Livro de
Registro de Mergulhos que deverá ficar na sede da administração da propriedade
onde está localizada a cavidade natural subterrânea, alvo da visitação.
Todos mergulhadores, inclusive
Condutores e Instrutores cadastrados no CNIC, deverão assinar o Termo de
Assunção de Responsabilidade e Compreensão de Risco da atividade, antes do
início dos mergulhos.
Quando o proponente ao uso à
gruta, for o proprietário das terras do entorno do bem, estará desobrigado a
participar do certame licitatório no processo competente, nos termos que define
a Lei nº 8.666/93;
Quando o proponente ao uso à
gruta, não for o proprietário das terras do entorno do bem, estará obrigado a
participar do certame licitatório no processo competente, nos termos que define
a Lei nº 8.666/93, devendo apresentar além de toda documentação necessária,
declaração do proprietário da terra enfocando concordância da utilização
turística da caverna.
O IBAMA/CECAV e SES receberão uma
via cada, do Acordo ou Contrato celebrado entre o empreendedor, proprietário da
terra e condutor técnico responsável pelo mergulho guiado.
O Plano de Manejo Espeleológico
deverá estabelecer quando apropriado, limites de uma área de Visitação Restrita
levando em conta as características específicas da caverna.
A área de visitação restrita não
deverá ultrapassar 67 metros de profundidade;
O mergulhador em acesso a área de
visitação restrita, deverá ser certificado por entidade reconhecida pela SES
para mergulhos com misturas respiratórias compatíveis com a complexidade do
mergulho;
O mergulhador em acesso a área de
visitação restrita, deverá manter um equivalente narcótico da mistura inferior
a 40 metros com ar e um limite de pressão parcial de oxigênio inferior a 1,4
ATA;
Para procedimentos de
descompressão, exclusivamente, é aceito uma pressão parcial de oxigênio máxima
de 1,6 ATA.
O mergulhador conduzido
interessado em participar de atividades de mergulho turístico guiado nas
cavidades naturais subterrâneas alagadas ou parcialmente inundadas, deverá
apresentar na Administração do local da prática do mergulho:
I - Credencial de Mergulhador
Autônomo emitida por entidade reconhecida internacionalmente;
II - Credencial de Mergulhador
especializado em Mergulho em Caverna de qualquer nível emitida por entidade
reconhecida pela SES/SBE;
III - Comprovação de experiência
mínima de 20 (vinte) mergulhos em águas abertas pela apresentação de livro de
registro de mergulho (log book), nos últimos dois anos; e
IV - Seguro de acidentes que
cubra acontecimento de risco a vida humana casual, fortuito ou imprevisto de
mergulho técnico/exploratório/turístico, compatível com o nível de treinamento
do mergulhador e com a complexidade do mergulho a ser executado.
O mergulhador conduzido
interessado em participar de atividades de mergulho turístico guiado nas
cavidades naturais subterrâneas alagadas ou parcialmente inundadas, deverá ser
submetido a um Exame Prático pelo Condutor responsável pelo programa,
abrangendo pelo menos as seguintes habilidades de mergulho:
I - Controle de Flutuabilidade e
Uso adequado do Colete Equilibrador;
II - Uso de Fonte Alternativa de
Ar (Segundo Regulador); e
III - Retirada Completa,
Recolocação e Esgotamento de Água da Máscara.
- Antes de iniciar o mergulho, o
Condutor terá a responsabilidade de realizar os procedimentos de segurança
pré-mergulho previstos para o mergulho em cavernas, incluindo obrigatoriamente
os seguintes procedimentos:
I - Verificação “s-drill” dos
equipamentos entre os mergulhadores, incluindo checagem de bolhas e de
vazamentos, funcionamento de válvulas reguladoras, de lanternas e de
carretilhas;
II - Treinamento para situações
de falta de ar e saída usando a técnica de toque-contato;
III - o condutor, a seu critério
de avaliação, deverá assumir a responsabilidade para impedir o mergulho de
candidatos que não demonstrem condições mínimas físicas, técnicas, psicológicas
ou de saúde para a prática da atividade;
IV - o condutor tem a
responsabilidade de garantir que o mergulhador estará completamente equipado,
segundo seu nível de treinamento, as limitações do ambiente e as
características técnicas do mergulho;
V - o condutor deverá usar
equipamento completo para mergulho em caverna, conforme relacionado no artigo
nº.11 "Características do Condutor".
O número de mergulhadores/dia
definidos no Plano de Manejo Espeleológico nunca deverá exceder ao número
máximo de 10 mergulhadores em mergulhos turísticos guiados.
Fica estipulado o número máximo
de 02 (dois) mergulhadores por condutor credenciado pela SES/SBE em cada
mergulho guiado.
Para que o condutor de mergulho
guiado em cavernas seja incluído no CNIC, deverá fornecer a relação de
mergulhadores acompanhados com nome e dados completos ao CECAV/IBAMA e a SES
para controle e monitoramento da atividade.
Fica o Condutor de Mergulho como
responsável direto por qualquer dano causado à caverna e sua área de entorno,
ou por algum dos membros do grupo guiado, ficando sujeito as penalidades
administrativas e criminais previstas na legislação ambiental vigente.
A administração da área de
realização do mergulho, tem a responsabilidade de obter assinaturas dos
Mergulhadores e do Condutor nos Termos de Responsabilidade e manter esses
documentos arquivados por um prazo mínimo de 5 (cinco) anos para futuras
auditorias.
Fica o Condutor de Mergulho em
cavernas, como responsável a apresentar anualmente para análise do CECAV/IBAMA
e SES, cópias dos seguintes documentos:
I - Credencial ou Certificado
válido, com nível mínimo equivalente a monitor de mergulho ou
"divemaster", emitido por alguma das entidades certificadoras CBPDS ,
PADI , PDIC , CMAS, NAUI ou SSI;
II - Credencial ou Certificado de
Especialização Avançada em Mergulho em Cavernas emitido pelas entidades aceitas
tecnicamente pelo Conselho Especializado da SES/SBE;
§ único - outras entidades
certificadoras poderão ser aceitas, após analise pelo Conselho Especializado da
SES, desde que o interessado encaminhe cópia dos padrões e procedimentos da
entidade, incluindo: histórico da entidade; programa dos cursos, objetivos,
níveis e limitações de treinamento, procedimentos de controle de qualidade,
endereço de contato e indicação do nome do responsável pelos programas de
treinamento da entidade.
III - Documento que comprove ser
maior de 18 anos.
IV - Certificado de treinamento
em técnicas de socorrismo aquático, com ênfase em acidentes de mergulho
"rescue diver" e uso de oxigênio em acidentes de mergulho "DAN
oxygen provider" ou equivalente, segundo critérios estabelecidos pelo
Conselho Especializado da SES.
V - Certificado de Treinamento em
primeiros socorros gerais, com data de emissão nos últimos dois anos.
VI - Acordo ou Contrato
registrado em cartório, entre condutor e administrador local do mergulho,
autorizando-o a conduzir turistas em mergulhos no empreendimento;
VII - Seguro para cobrir
acidentes de mergulho compatível com o nível de treinamento do condutor.
VIII - Declaração de que possui e
se compromete a utilizar em todos os mergulhos os equipamentos de segurança listados.
Fica o Condutor de Mergulho
obrigado a utilização de materiais técnicos para exploração do mergulho em
cavernas da seguinte maneira:
I - Cilindro duplo com capacidade
mínima de 4.400 litros de ar comprimido ou mistura gasosa, com isolador tipo
`manifold`;
II - Colete equilibrador
especializado;
III - Válvula reguladora
principal;
IV - Válvula reguladora reserva,
com primeiro estágio independente da válvula principal e mangueira longa
(mínimo: 2,1 metros);
V - Manômetro;
VI - Profundímetro;
VII - Lanterna principal com
potência mínima de 15 watts e autonomia superior a 3 horas de luz contínua ou
similar;
VIII - Duas lanternas reservas,
com autonomia mínima de 1,5 horas de luz contínua para cada uma delas;
IX - Uma carretilha principal
com, pelo menos, 100 metros de cabo; e
X - Uma carretilha de segurança
com, pelo menos, 30 metros de cabo.
Nas cavidades naturais
subterrâneas alagadas ou parcialmente inundadas, é facultado o acesso para
exploração de vistoria e/ou treinamento, desde que o ingresso de mergulhadores
seja realizado sem aproveitamento econômico e fins turísticos.
nas cavernas que possuírem o PME
será necessário contratar condutor de mergulho local, que opere na caverna-alvo
do pretendido mergulho e, opcionalmente, dispensá-lo do mergulho.
o mergulhador fica responsável
por fornecer e arquivar junto a Administração do local de mergulho ou quando
não existir, ao envio prévio oficial a SES para controle e futura auditagem, a
seguinte documentação:
I - Credencial para o mergulho em
caverna no nível equivalente a "NSS Cave Diver";
II - Documento de planejamento do
referido mergulho;
III - Carteira de identidade ou
passaporte;
IV - Termo de Assunção de
Responsabilidade e Compreensão de Risco do Projeto, declarando possuir nível de
treinamento compatível com a complexidade das operações de mergulho e assumindo
todos os riscos inerentes à atividade bem como as despesas que porventura
advenham desta prática, em caso de incidentes e acidentes da operação.
O condutor deve acompanhar, em
terra ou em água, a equipe de mergulho durante todo o tempo de operação, até o
final dos trabalhos.
O número de mergulhadores que
realizarão o referido mergulho não deverá superar o número máximo de
mergulhadores previsto e aprovado no PME.
O mergulho fora dos limites
normais de visitação deverão ser realizados de forma exclusiva, não podendo ser
conciliados com outras atividades na mesma caverna.
As atividades de treinamento para
mergulho em caverna somente serão permitidas em cavidades naturais subterrâneas
que possuam o PME, devendo os alunos serem orientados e conduzidos por
instrutores cadastrados no CNIC.
O Instrutor de Mergulho
cadastrado no CNIC, deverá fornecer após cada treinamento ou curso, a relação
de alunos com nome e dados completos para contato e futuras auditorias requeridas.
O Instrutor de Mergulho é
responsável direto por qualquer dano causado à caverna e a área de entorno pelo
próprio ou por qualquer outro membro do grupo, ficando sujeito as penalidades
administrativas e criminais previstas na legislação ambiental vigente.
Anualmente, o Instrutor de
Mergulho deverá apresentar para análise do CECAV e SES, cópias da seguinte
documentação:
Credencial ou Certificado de
Nível Mínimo equivalente a Instrutor de Mergulho emitido por uma das seguintes
entidades certificadoras.
Credencial de Instrutor
Especializado em Mergulho em Cavernas emitido pelas entidades aceitas
tecnicamente pelo Conselho Especializado da SES/SBE;
outras entidades certificadoras
poderão ser aceitas, após analise pelo Conselho Especializado da SES, desde que
o interessado encaminhe cópia dos padrões e procedimentos da entidade,
incluindo: histórico da entidade; programa dos cursos, objetivos, níveis e
limitações de treinamento, procedimentos de controle de qualidade, endereço de
contato e indicação do nome do responsável pelos programas de treinamento da
entidade.
Certificado de treinamento em
Técnicas de Socorrismo, com ênfase em acidentes de mergulho (Rescue Diver) e
uso de oxigênio em acidentes de mergulho (DAN Oxygen Provider) ou equivalente,
segundo critérios estabelecidos pelo Conselho Especializado da SES.
Certificado de Treinamento em
Primeiros Socorros, com data de emissão nos últimos dois anos.
O IBAMA/CECAV e SES receberão uma
via cada, do Acordo ou Contrato celebrado entre o empreendedor, proprietário da
terra e o Instrutor de Mergulho responsável pelo projeto.
Fica o Instrutor de Mergulho
obrigado a declarar de que possui e se compromete a utilizar em todos os mergulhos
os equipamentos listados no Art. 11.
Seguro para cobrir acidentes de
mergulho compatível com o nível de treinamento do Instrutor.
Nos cursos de mergulho em
cavernas, os Instrutores deverão obedecer os seus limites de habilitação, além
dos limites máximos de cada nível de treinamento, conforme os padrões de sua
entidade certificadora.
Durante e após cada curso de
mergulho em cavernas, não deverão ser instalados novos cabos-guias para
instrução, com exceção da carretilha primária até o cabo permanente.
O limite máximo de participantes
para cursos e outras atividades de treinamento deverá respeitar os limites
estabelecidos no PME.
O número máximo de participantes
não deve exceder a 9 (nove) alunos e a 3 (três) Instrutores ou Assistentes por
grupo.
A duração do treinamento não deve
exceder 3 (três) dias por caverna.
Durante todos os dias do curso,
preferencialmente contratar para acompanhar o andamento dos trabalhos um dos
condutores de mergulho local que opera a caverna-alvo objeto das aulas.
a - O condutor contratado, não
deverá participar das instruções de mergulhos.
Os cursos deverão ser agendados
previamente com a Administração da Tsta.
durante a realização dos
treinamentos, o número máximo de mergulhadores/dia somadas as atividades de
treinamento não deverão exceder os limites estabelecidos no PME.
As atividades de Treinamento e
Turismo Guiado poderão ser conduzidas simultaneamente, obedecendo os limites do
número de mergulhadores para cada atividade e havendo concordância entre o
Instrutor, o Condutor e a Administração da Tsta
Ente em contato com a TSTA para
maiores informações!
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Balonismo um esporte que cresce a cada dia no Brasil.
O balonismo é um esporte aéreo praticado com um balão de ar quente. Possui adeptos em todo o mundo, no Brasil, o esporte vem se tornando popular a partir dos anos 90.
O balão é considerado uma aeronave assim como avião, helicópteros e outros. Por esta razão o balão deve ter uma matricula (prefixo) registrado junto à ANAC, seu piloto deve possuir uma licença (brevê) específico para a pratica do balonismo também emitido pela ANAC.
Além disso o balão deve possuir uma apólice de seguro aeronáutico, um certificado de autorização de voo obrigatórios O balonismo no Brasil (e no mundo) vem se desenvolvendo principalmente por servir como uma poderosa ferramenta de mídia, atraindo anunciantes de todos os segmentos, ou seja; a presença nos balões de logomarcas de grandes empresas e/ou campanhas publicitárias vem auxiliando no desenvolvimento e popularização do esporte o balonismo é reconhecido pela FAI (Federation Aeronautique Internacionale) como o desporto aéreo mais seguro, com índices de acidentes próximo à zero. No Brasil costuma-se confundir ainda hoje a atividade balonismo (que é regulamentada e legal) com a soltura de balões de papel (baloeiros); que atualmente é proibida pelas leis brasileiras.
Se você que deseja tornar-se um piloto de balão de ar quente, prepare-se para se apaixonar por este magnífico esporte, onde o colorido, a fantasia e a magia se fundem.
Para isso, sugerimos que você faça, antes de iniciar o curso de pilotagem, pelo menos um voo de adaptação.
O curso de pilotagem tem duração de aproximadamente 3 meses e 16 horas de vôo.
Valor aproximado do investimento:
*R$ 15.000,00 (mais despesas de combustível, hotel, alimentação da equipe de instrução e despesas do processo de habilitação).
Entre em contato com a Tsta e marque um horário para avaliação.
O balão é considerado uma aeronave assim como avião, helicópteros e outros. Por esta razão o balão deve ter uma matricula (prefixo) registrado junto à ANAC, seu piloto deve possuir uma licença (brevê) específico para a pratica do balonismo também emitido pela ANAC.
Além disso o balão deve possuir uma apólice de seguro aeronáutico, um certificado de autorização de voo obrigatórios O balonismo no Brasil (e no mundo) vem se desenvolvendo principalmente por servir como uma poderosa ferramenta de mídia, atraindo anunciantes de todos os segmentos, ou seja; a presença nos balões de logomarcas de grandes empresas e/ou campanhas publicitárias vem auxiliando no desenvolvimento e popularização do esporte o balonismo é reconhecido pela FAI (Federation Aeronautique Internacionale) como o desporto aéreo mais seguro, com índices de acidentes próximo à zero. No Brasil costuma-se confundir ainda hoje a atividade balonismo (que é regulamentada e legal) com a soltura de balões de papel (baloeiros); que atualmente é proibida pelas leis brasileiras.
Se você que deseja tornar-se um piloto de balão de ar quente, prepare-se para se apaixonar por este magnífico esporte, onde o colorido, a fantasia e a magia se fundem.
Para isso, sugerimos que você faça, antes de iniciar o curso de pilotagem, pelo menos um voo de adaptação.
O curso de pilotagem tem duração de aproximadamente 3 meses e 16 horas de vôo.
Valor aproximado do investimento:
*R$ 15.000,00 (mais despesas de combustível, hotel, alimentação da equipe de instrução e despesas do processo de habilitação).
Entre em contato com a Tsta e marque um horário para avaliação.
O Risco do Quadriciclo no Turismo de aventura
Turismo de aventura é um segmento do turismo que possui uma característica peculiar, é a atividade turística que se destaca pela presença de um elemento fundamental, o risco.
A grande maioria dos clientes dos passeios envolvendo aventuras desejam programas onde a emoção e os riscos estejam inclusos no pacote, porém isso não significa que os participantes estão pagando para sofrer algum tipo de acidente. Ai é que mora o perigo, o cliente quer aventura, mas não quer, nem deve sofrer danos. Por outro lado, a agência não pode vender seus passeios com a promessa de que a atividade é 100% segura. Nenhuma prática esportiva é 100% segura, até futebol envolve riscos. O que ocorre é que no turismo de aventura, o risco, elemento inerente à atividade, deve ser devidamente minimizado seguindo normas de seguranças existentes em nosso país.
Hoje o turismo de aventura vive um momento delicado, o risco aumenta a cada dia, algumas atividades consideradas turismo de aventura estão sendo oferecidas sem os cuidados com o elemento risco.
No Brasil estamos testemunhando os casos de acidentes que envolvem o uso inadequado de equipamentos em diversas modalidades de aventura, sejam nas práticas esportivas ou nas operações turísticas, alguns desses equipamentos, principalmente veículos automotores, estão sendo confundidos com brinquedos. Casos de negligência, imprudência e imperícia estão gerando aumento dos acidentes e fatalidades. Recentemente presenciamos nos noticiários os acidentes com as motos aquáticas (popularmente e erroneamente chamados de Jet Sky). O mesmo tende a acontecer com os quadriciclos, bastante confundidos com brinquedos, andam nas mãos de crianças e em todo o tipo de uso inadequado pelos destinos turísticos de nosso imenso país.
As atividades com quadriciclos se caracterizam basicamente pelo uso esportivo, recreacional e o turístico. No esportivo consideramos a prática por indivíduos ou grupos que utilizam os quadriciclos para competições e desportos, em passeios, trilhas ou aventuras sem necessariamente fazer uso de guias especializados ou de algum pacote turístico. Esses praticantes são autônomos ou organizados em grupos independentes que realizam a prática esporádica ou regular.
O uso recreacional se desenvolve nos condomínios, praias, praças e normalmente é feito sem critério algum de segurança e mínimo uso dos equipamentos obrigatórios EPI’s.
Já no turismo de aventura é uma atividade comercial onde o cliente contrata o serviço de uma empresa para a realização dos passeios, normalmente esses passeios são acompanhados por um guia e devem seguir normas e critérios específicos de segurança além de possuir formação visando oferecer máximo de satisfação e mínimo risco.
Todas as formas de utilização dos quadriciclos podem e devem ser divertidas, seguras e sustentáveis. O uso de quadriciclos em atividades de aventura é saudável, perfeitamente compatível com ambientes conservados desde que seguindo critérios específicos de segurança, ambientais e técnicos.
Acontece que a prática inadvertida ocorre em todas as formas de utilização dos quadriciclos, hoje em dia é fácil flagrar os absurdos cometidos. É comum ver crianças pilotando equipamentos com potência superior à permitida para a idade, praticantes conduzindo ou sendo transportados sem capacetes, excesso de passageiros, invasão de propriedades, degradação de áreas sensíveis e tráfego em vias públicas, dentre outras irregularidades.
O crescimento do uso indiscriminado provoca diversas consequências. Para o turismo, além do risco da perda irreparável de uma vida, existe a possibilidade do segmento turístico sofrer o mesmo estigma que os acidentes com motos aquáticas estão provocando.
O turismo de aventura como segmento que evoluiu a partir dos esportes radicais é cada vez mais importante à priorização do item segurança, mas não é o que ocorre, principalmente pela pressão comercial. O interesse comercial e o modismo aventura tem gerado uma banalização da atividade com a proliferação do risco em toda parte. Sejam em buffets infantis, parques ecológicos, escolas e no dia a dia, a sociedade está negligenciando a segurança em todos os aspectos, um exemplo corriqueiro é o uso de sandálias de dedo para a prática de atividades esportivas, uma mania nacional criada pela mídia que tem causado lesões diversas nos praticantes. Permitir que seus filhos andassem de skate, bicicleta, etc., sem a devida proteção, é um erro! Bem, isso é pauta para outro post. Voltemos para os quadriciclos.
No caso dos quadriciclos é imprescindível que todos entendam que esse equipamento não é brinquedo para criança. No turismo de aventura temos a responsabilidade de cumprir os preceitos das atividades radicais, mas com a devida segurança. Tanto no turismo como na prática esportiva ou de lazer precisamos colocar a prática segura das atividades envolvendo quadriciclos.
Devemos promover a devida orientação, e controle das atividades no efetivo cumprimento das normas de segurança.
EPI’s necessários para a prática do quadriciclo em turismo de aventura.
Colete refletivo
Capacete
Luvas
Óculos
Calçado de segurança
A grande maioria dos clientes dos passeios envolvendo aventuras desejam programas onde a emoção e os riscos estejam inclusos no pacote, porém isso não significa que os participantes estão pagando para sofrer algum tipo de acidente. Ai é que mora o perigo, o cliente quer aventura, mas não quer, nem deve sofrer danos. Por outro lado, a agência não pode vender seus passeios com a promessa de que a atividade é 100% segura. Nenhuma prática esportiva é 100% segura, até futebol envolve riscos. O que ocorre é que no turismo de aventura, o risco, elemento inerente à atividade, deve ser devidamente minimizado seguindo normas de seguranças existentes em nosso país.
Hoje o turismo de aventura vive um momento delicado, o risco aumenta a cada dia, algumas atividades consideradas turismo de aventura estão sendo oferecidas sem os cuidados com o elemento risco.
No Brasil estamos testemunhando os casos de acidentes que envolvem o uso inadequado de equipamentos em diversas modalidades de aventura, sejam nas práticas esportivas ou nas operações turísticas, alguns desses equipamentos, principalmente veículos automotores, estão sendo confundidos com brinquedos. Casos de negligência, imprudência e imperícia estão gerando aumento dos acidentes e fatalidades. Recentemente presenciamos nos noticiários os acidentes com as motos aquáticas (popularmente e erroneamente chamados de Jet Sky). O mesmo tende a acontecer com os quadriciclos, bastante confundidos com brinquedos, andam nas mãos de crianças e em todo o tipo de uso inadequado pelos destinos turísticos de nosso imenso país.
As atividades com quadriciclos se caracterizam basicamente pelo uso esportivo, recreacional e o turístico. No esportivo consideramos a prática por indivíduos ou grupos que utilizam os quadriciclos para competições e desportos, em passeios, trilhas ou aventuras sem necessariamente fazer uso de guias especializados ou de algum pacote turístico. Esses praticantes são autônomos ou organizados em grupos independentes que realizam a prática esporádica ou regular.
O uso recreacional se desenvolve nos condomínios, praias, praças e normalmente é feito sem critério algum de segurança e mínimo uso dos equipamentos obrigatórios EPI’s.
Já no turismo de aventura é uma atividade comercial onde o cliente contrata o serviço de uma empresa para a realização dos passeios, normalmente esses passeios são acompanhados por um guia e devem seguir normas e critérios específicos de segurança além de possuir formação visando oferecer máximo de satisfação e mínimo risco.
Todas as formas de utilização dos quadriciclos podem e devem ser divertidas, seguras e sustentáveis. O uso de quadriciclos em atividades de aventura é saudável, perfeitamente compatível com ambientes conservados desde que seguindo critérios específicos de segurança, ambientais e técnicos.
Acontece que a prática inadvertida ocorre em todas as formas de utilização dos quadriciclos, hoje em dia é fácil flagrar os absurdos cometidos. É comum ver crianças pilotando equipamentos com potência superior à permitida para a idade, praticantes conduzindo ou sendo transportados sem capacetes, excesso de passageiros, invasão de propriedades, degradação de áreas sensíveis e tráfego em vias públicas, dentre outras irregularidades.
O crescimento do uso indiscriminado provoca diversas consequências. Para o turismo, além do risco da perda irreparável de uma vida, existe a possibilidade do segmento turístico sofrer o mesmo estigma que os acidentes com motos aquáticas estão provocando.
O turismo de aventura como segmento que evoluiu a partir dos esportes radicais é cada vez mais importante à priorização do item segurança, mas não é o que ocorre, principalmente pela pressão comercial. O interesse comercial e o modismo aventura tem gerado uma banalização da atividade com a proliferação do risco em toda parte. Sejam em buffets infantis, parques ecológicos, escolas e no dia a dia, a sociedade está negligenciando a segurança em todos os aspectos, um exemplo corriqueiro é o uso de sandálias de dedo para a prática de atividades esportivas, uma mania nacional criada pela mídia que tem causado lesões diversas nos praticantes. Permitir que seus filhos andassem de skate, bicicleta, etc., sem a devida proteção, é um erro! Bem, isso é pauta para outro post. Voltemos para os quadriciclos.
No caso dos quadriciclos é imprescindível que todos entendam que esse equipamento não é brinquedo para criança. No turismo de aventura temos a responsabilidade de cumprir os preceitos das atividades radicais, mas com a devida segurança. Tanto no turismo como na prática esportiva ou de lazer precisamos colocar a prática segura das atividades envolvendo quadriciclos.
Devemos promover a devida orientação, e controle das atividades no efetivo cumprimento das normas de segurança.
EPI’s necessários para a prática do quadriciclo em turismo de aventura.
Colete refletivo
Capacete
Luvas
Óculos
Calçado de segurança
Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: Ciclo de Palestra Técnicas sobre Segurança e Saúde...
Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: Ciclo de Palestra Técnicas sobre Segurança e Saúde...: A ser realizado pela Tsta, em Campo Grande, MS, cujas inscrições acham-se abertas aos interessados, ao tempo em que fazemos a divulgação....
TURISMO COMO ESTA A SEGURANÇA EM SUA EMPRESA?
A segurança no turismo de aventura envolve pessoas (tanto clientes quanto prestadores de serviços), equipamentos, procedimentos e as próprias empresas prestadoras dos serviços, inclusive as organizações públicas. Desta forma, uma abordagem sistêmica da segurança no turismo de aventura é altamente recomendável, de modo a considerá-la sob seus diversos aspectos com relação à segurança.
Dentro disso, as organizações envolvidas com a atividade de turismo de aventura vêm procurando se adequar, sistematizar e controlar as suas atividades, inclusive incorporando práticas de gestão de riscos, de maneira a proverem atividades de turismo de aventura de forma responsável e segura. Por si só essas iniciativas de sistematização e controle podem não ser suficientes para proporcionar a uma organização a garantia de que seu desempenho em termos de segurança não apenas atenda, mas continue a atender, aos requisitos legais e aos de sua política. Para que sejam eficazes, é necessário que estes procedimentos sejam realizados dentro de um sistema de gestão estruturado e integrado as normas regulamentadoras.
Assim, para estabelecer e implantar um sistema de gestão de segurança, a TSTA (técnicas em segurança no turismo de aventura). Vem estabelecer uma política da segurança para alcançar objetivos e metas, utilizando as técnicas de gestão de riscos e incorporando o processo de melhoria contínua das condições de segurança no turismo de aventura.
Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: Ciclo de Palestra Técnicas sobre Segurança e Saúde...
Técnicas em Segurança no Turismo de Aventura: Ciclo de Palestra Técnicas sobre Segurança e Saúde...: A ser realizado pela Tsta, em Campo Grande, MS, cujas inscrições acham-se abertas aos interessados, ao tempo em que fazemos a divulgação....
A TSTA ( técnicas em segurança de turismo de aventura) estará ministrando curso de Resgate em Águas Brancas.
Este programa de treinamento foi especialmente desenvolvido e está designado para um público que, por motivos de trabalho ou recreação, se encontrem dentro ou nas proximidades de um rio com corredeiras: guias ou praticantes de rafting, caiaque/canoístas, participantes de corridas de aventura, guias em áreas remotas envolvendo corredeiras e pescadores (profissionais ou esportistas). O curso enfatiza a segurança e velocidade de um resgate, que funcione com o mínimo de equipamentos, métodos improvisados e com baixos recursos técnicos. Os cinco dias de curso são divididos em meio dia de teoria (dependendo do nível dos estudantes) seguidos de quatro dias e meios de exercícios práticos. Dias adicionais de treinamento podem ser combinados.
O conteúdo do curso incluem entre outros:
Resgatar e desprender vítimas da água
Nadar seguramente em águas brancas e manobrar nadando para evitar locais de risco e perigo e obstáculos com níveis diferentes de água
Conduzir embarcações infláveis a remo, por remo central ou usando cordas de controle.
Entendimento da organização de equipes de resgate em águas rápidas e possíveis reações da vítima
Nós, ancoragens e sistemas de ancoragens.
Sistemas de redução de carga
Utilização de equipamento de alpinismo e de resgate técnico em resgate em águas brancas
Utilização das várias técnicas de atravessar água rasa com correnteza
Atravessar água profunda em correnteza moderada usando embarcações, equipamento de alpinismo e combinado.
Padrão: Internacional
Pré-requisitos: saber de nadar
Validade da certificação: 4 anos
Total Horas curso: 40 horas
O conteúdo do curso incluem entre outros:
Resgatar e desprender vítimas da água
Nadar seguramente em águas brancas e manobrar nadando para evitar locais de risco e perigo e obstáculos com níveis diferentes de água
Conduzir embarcações infláveis a remo, por remo central ou usando cordas de controle.
Entendimento da organização de equipes de resgate em águas rápidas e possíveis reações da vítima
Nós, ancoragens e sistemas de ancoragens.
Sistemas de redução de carga
Utilização de equipamento de alpinismo e de resgate técnico em resgate em águas brancas
Utilização das várias técnicas de atravessar água rasa com correnteza
Atravessar água profunda em correnteza moderada usando embarcações, equipamento de alpinismo e combinado.
Padrão: Internacional
Pré-requisitos: saber de nadar
Validade da certificação: 4 anos
Total Horas curso: 40 horas
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